O Rails Summit é o maior evento da America Latina sobre o Rails e Ruby. Como seria fantástico economizar na inscrição e gastar na estadia para esse evento!
A conferência acontece nos dias 13 e 14 de outubro, no Centro de Convenções Anhembi, em São Paulo.
Seria bom ganhar um ingresso…
EDITADO: Pois é, eu ganhei mas deram pra outro pelo “empate técnico” porque ele tinha copiado e colado informações sobre aonde seria…
setembro 17th, 2009
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Depois de instalar o interpretador PHP no meu computador só pra poder usar o Doctrine a partir da linha de comando, fui instalar o PEAR para poder testar algumas coisas na máquina local.
Como a minha instalação padrão do PHP não tinha o PEAR, fui me aventurar. Utilizei o go-pear, um auto-instalador que baixa os pacotes básicos para você ter sua instalação do PEAR rodando. Read the rest of this entry »
Depois de instalar o Ubuntu 8.10, comecei a configurá-lo como meu ambiente de desenvolvimento padrão (e quem sabe eletambém não se torna meu desktop padrão?). Nesse post vou descrever como instalei o JBoss.
Primeiro, eu tentei instalar via apt-get e não deu certo, pois o pacote jbossas4 não é o servidor de aplicações (segundo o arquivo /usr/share/doc/jbossas4/README.Debian). Então, fui para a instalação manual. Read the rest of this entry »
Reuní algumas informações na internet a respeito das organizações e pessoas que são assunto no SpecTrial, o julgamento do site The Pirate Bay.
Organizações
The Pirate Bay (http://thepiratebay.org)
Site sueco que indexa e faz o tracking de arquivos de BitTorrent. Atualmente é o maior tracker de BitTorrent do mundo. Fundado pelo Piratebyrån em novembro de 2003, ele opera separadamente desde outubro de 2004. Atualmente é administrado por Gottfrid Svartholm (anakata), Fredrik Neij (TiAMO) and Peter Sunde (brokep). Read the rest of this entry »
fevereiro 24th, 2009
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Mais uma vez, os olhos de milhares de internautas ao redor do Brasil – e do mundo – estão voltados para uma das mais antigas discussões da internet: Pirataria e Liberdade!
No Brasil, o datacenter que hospedava o site Legendas.tv foi ameaçado pela APCM (Associação Anti-Pirataria Cinema e Musica) por email. O email era extremamete superficial e cheio de erros: dizia que a ACPM representava legalmente muitas grandes corporações de TV, Cinema e Música e que em nome delas acreditava que o “tracker” Legendas.tv estaria ofererecendo “trabalhos protegidos por direitos autorais [...] de uma maneira que não é autorizada [pelos] membros, agentes ou pela lei“. Ele termina pedindo que, por favor, o acesso ao site seja removido ou desabilitado. Read the rest of this entry »
Hoje descobri como resolver um problema muito chato: o Windows não aceita apertar simultâneamente mais de 3 teclas. Caso você faça isso, ele dá um “beep” (aviso sonoro) e não manda o comando para o programa. Isso acontece porque o Windows limita o tamanho do buffer do teclado, o que é bem chato quando se vai jogar jogos onde você tem que apertar várias teclas ao mesmo tempo (como Guitar Hero por exemplo).
Para corrigir isso:
- Abra o Editor do Registro (regedit.exe)
- Procure a chave HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Kbdclass\Parameters
- Altere o valor do parâmetro KeyboardDataQueueSize (que provavelmente estará em 100) para 150 ou 200 (nesse caso o limite será 7 teclas)
- Feche o editor do Registro e divirta-se!
Mais informações: http://support.microsoft.com/kb/102990/en-us/
Com o objetivo de avaliar e reconhecer o conhecimento e experiência dos profissionais na tecnologia PHP, a Zend (empresa responsável pelo PHP) possui a certificação PHP 5. Por meio dela, os profissionais podem obter a designação de Zend Certified Engineer (ZCE).
A prova para se obter a certificação contém 70 questões que devem ser respondidas em 90 minutos, podendo ser questões de múltipla escolha (onde se responde qual ou quais alternativas estão corretas) e questões de resposta livre (onde se deve digitar uma resposta). Para ser aprovado deve-se acertar 70% da prova (49 questões). As provas são aplicadas de maneira eletrônica pelo sistema da Pearson VUE e devem ser realizadas em um centro autorizado. E vale a pena lembrar que a prova é em inglês e que não é permitida nenhum tipo de consulta durante a realização da prova.
A prova irá avaliar o conhecimento do profissional nas seguintes áreas: Read the rest of this entry »
Finalmente com algum tempo livre, resolvi por em prática o que havia planejado e expandir meus conhecimentos.
Sobre sistemas de controle de versão aprendi que eles:
- Têm como principal objetivo possibilitar o gerenciamento de versões diferentes de arquivos de maneira organizada e sistemática.
- Aceleram o desenvolvimento em equipe, minimizando problemas decorrentes de edições simultâneas e mediando conflitos entre alterações.
- Diferem entre sí, e a escolha de qual sistema (CVS, Subversion, GIT, Mercurial, Bazaar, etc) depende do propósito de usá-lo, do projeto em questão, de filosofias de trabalho, etc.
- Naturalmente, exigem uma mudança de metodologia para o desenvolvimento.
Após uma pesquisada em geral sobre os diferentes sistemas, o GIT me chamou a atenção por algumas características (obrigado Arthur Zapparoli pela vídeo-palestra no Treina TOM):
- Repositórios distribuídos – todas as working copy são ao mesmo tempo repositórios completos, e o repositório central é questão de convenção. Isso dá a oportunidade de trabalhar offline como se o repositório estivesse na sua máquina e depois fazer um merge com o repositório principal. Quer dizer que eu posso continaur trabalhando mesmo sem internet, se o repositório deu problema, se eu estou com um notebook dentro de um ônibus, não faz diferença.
- Performance – como cada cópia local é um repositório, tudo é feito na sua cópia local.
- Facilidade para criar branches – sempre ouvi dizer que criar branches em outros sistemas (como o Subversion) é algo bem chato e custoso. No GIT, esse recurso é o centro do sistema e possibilida fazer merges de branches. Isso faz com que sua filosofia de desenvolvimento seja mais modularizada, como criar um novo branch para cada recurso que se vai adicionar ao projeto.
Toda essa história me deixou (ainda mais) curioso para dar uma fuçada em Ruby (e Rails), além de procurar soluções de deployment para PHP. Adquirir um livro sobre Rails já é algo em mente.
Também, hoje descobri porquê o Yahoo! escolheu usar PHP entre tantas outras linguagens (como Java, ASP, Perl, Python e CouldFusion):
- Projetada para WEB
- Alta Performance
- Grande Comunidade OpenSource (e boa documentação)
- Paradigma “Código-no-HTML”
- Extensibilidade (bibliotecas)
foram os principais motivos citados.
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Hoje, pesquisando algumas coisas para iniciar mais um plugin para o jQuery, descobri ao acaso uma documentação bem legal para o jQuery (e ao meu ver, bem mais organizada que a documentação oficial).
Batizada de jQuery API Browser e criada pelo Jörn Zaefferer, que já colaborou com diversos plugins bem legais, a documentação parece ser bem leve e simples.
Outras duas bem legais são a Visual jQuery e a jQuery Live API browser , ambas criadas por Remy Sharp.
Também existem várias outras documentações alternativas, que vale a pena conferir.
Motivado por vários puxões de orelha, decidi que é a hora de sacrificar mais algumas horas de sono, em favor do crescimento pessoal.
Então decidi traçar um roadmap pessoal para meus horários livres
- Começar a utilizar algum software de controle de versão
- Aprender algumas filosofias de desenvolvimento e alguns padrões de design (e descobri que tem gente como eu blogando sobre isso)
- Organizar melhor meu conhecimento de maneira qualitativa
Bom, agora eu vou dormir