Controle de Versão, GIT, Ruby, Yahoo! e PHP
Finalmente com algum tempo livre, resolvi por em prática o que havia planejado e expandir meus conhecimentos.
Sobre sistemas de controle de versão aprendi que eles:
- Têm como principal objetivo possibilitar o gerenciamento de versões diferentes de arquivos de maneira organizada e sistemática.
- Aceleram o desenvolvimento em equipe, minimizando problemas decorrentes de edições simultâneas e mediando conflitos entre alterações.
- Diferem entre sí, e a escolha de qual sistema (CVS, Subversion, GIT, Mercurial, Bazaar, etc) depende do propósito de usá-lo, do projeto em questão, de filosofias de trabalho, etc.
- Naturalmente, exigem uma mudança de metodologia para o desenvolvimento.
Após uma pesquisada em geral sobre os diferentes sistemas, o GIT me chamou a atenção por algumas características (obrigado Arthur Zapparoli pela vídeo-palestra no Treina TOM):
- Repositórios distribuídos – todas as working copy são ao mesmo tempo repositórios completos, e o repositório central é questão de convenção. Isso dá a oportunidade de trabalhar offline como se o repositório estivesse na sua máquina e depois fazer um merge com o repositório principal. Quer dizer que eu posso continaur trabalhando mesmo sem internet, se o repositório deu problema, se eu estou com um notebook dentro de um ônibus, não faz diferença.
- Performance – como cada cópia local é um repositório, tudo é feito na sua cópia local.
- Facilidade para criar branches – sempre ouvi dizer que criar branches em outros sistemas (como o Subversion) é algo bem chato e custoso. No GIT, esse recurso é o centro do sistema e possibilida fazer merges de branches. Isso faz com que sua filosofia de desenvolvimento seja mais modularizada, como criar um novo branch para cada recurso que se vai adicionar ao projeto.
Toda essa história me deixou (ainda mais) curioso para dar uma fuçada em Ruby (e Rails), além de procurar soluções de deployment para PHP. Adquirir um livro sobre Rails já é algo em mente.
Também, hoje descobri porquê o Yahoo! escolheu usar PHP entre tantas outras linguagens (como Java, ASP, Perl, Python e CouldFusion):
- Projetada para WEB
- Alta Performance
- Grande Comunidade OpenSource (e boa documentação)
- Paradigma “Código-no-HTML”
- Extensibilidade (bibliotecas)
foram os principais motivos citados.
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